
Como os templários em que a roupa
branca deveria apodrecer com o corpo
preparada apenas para os dardos
dos inimigos da Cruz:
assim nossas almas
depois de chamados a salvar
o Santo ( e eterno) Sepulcro do Senhor
transpassaram as antigas vestes
irmanadas na pureza imanifesta
além da passagem para sempre suspensa
de inclemente fogueira sobre a terra.
Ângelo Monteiro, (Recife, 1 de Março de 1996)
Poema publicado na revista A União, João Pessoa, Pernambuco, em Junho 2010, num artigo de homenagem a José Manuel Capêlo.
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